domingo, 5 de dezembro de 2010

Ong Bak – Guerreiro Sagrado


Os filmes de ação que tem um público maior são aqueles em que há muitas perseguições, tiros, explosões e muitos efeitos especiais em cenas de tirar o fôlego. Mas em meados do século XX se originou uma nova metodologia para os filmes de ação, uma vez que este modo de filmes citado só veio se concretizar pouco tempo atrás, no entanto, os filmes de ação foram privilegiados por uma nova formula que ganhou impulso e alçou voos altos, as famosas batalhas corpo a corpo em que é conhecido o show de pancadaria. Esse movimento foi difundido por Bruce Lee (1940-1973) de “Operação Dragão” (1973), que juntamente com Chuck Norris “O Voo do Dragão”, foram verdadeiras lendas do gênero, seguindo os mesmo passos os sucessores desses artistas são Dolph Lundgren “Os Mercenários” (2010), Jean Claude Van Damme “Soldado Universal 3: Regeneração” (2010), Steven Seagal “Machete” (2010), Wesley Snipes “Caos” (2006), e ainda os orientais que não deixa nada a dever Jackie Chan “Kung Fu Panda” (2010), Jet Li “Os Mercenários” (2010) e Chow Yun Fat “Piratas do Caribe: No Fim do Mundo” (2007), e para concluir tem ainda o mais novo deles Jason Statham “Os Mercenários” (2010) e outro que começa a fazer sua história Tony Jaa do filme “Ong Bak – Guerreiro Sagrado”de (2003).

SINOPSE
Em um vilarejo na Tailândia a cabeça do Buda Ong Bak é roubada uma semana antes das cerimônias religiosa por capangas de uma quadrilha, Ting (Tony Jaa) se encarrega de ir até a cidade a procura da cabeça, mas nessa busca ele precisa encontrar o filho de um camponês Ham Lae, que mora na cidade e é natural do mesmo lugar e vive sempre enrolando os outros e se metendo em confusões, juntos eles irão passar por poucas e boas enfrentando os bandidos com muita adrenalina em cenas de tirar o fôlego.

ELENCO
No elenco formado por atores pouco conhecido do público ocidental temos ao centro da trama Tony Jaa, que antes desse filme já havia atuado em um filme no ano de 1994 em seu país de origem a Tailândia, Tony Jaa nascido em 5 de Fevereiro de 1976 é ator, cineasta, coreógrafo e professor de artes marciais, que desde aos 13 anos sonhava em ser artista “Ong Bak – Guerreiro Sagrado”, lançado em 2003 foi o filme que catapultou sua carreira no cinema e deu-lhe reconhecimento internacional, antes deste ele havia trabalhado em “Mortal Kombate: A Aniquilação” como dublê, depois de Ong Bak Tony Jaa trabalhou em outros filmes comprovando o seu talento para os filmes de ação como “O Protetor” (2005), “Ong Bak 2” (2008), “Ong Bak 3” (2010) e participações especiais em “O Guarda Costa” e “O Guarda Costa 2”, filmes sempre explorando seu potencial para cenas de muita pancadaria, os outros integrantes do elenco como o irmão Ham Lae e seu humor ingênuo também tem destaque no filme. No entanto, para filmes de artes marciais dessa natureza não tem o intuito de mostrar as qualidades do ator no âmbito dramático, o objetivo mesmo do filme era mostrar o Muay Thai a arte marcial da Tailândia, mediante a esse fato restringi e muito a expressão artística do ator que no caso Tony Jaa ficou devendo. Os outros atores também não vão longe.

PRODUÇÃO TÉCNICA
O roteiro e coreografia das cenas de ação do filme ficaram a cargo de um mestre em filmes B da Tailândia, Panna Rittikrai que também além de coreografar e dirigir ele atua, o exemplo está no filme “Guerreiro do Fogo”, na direção “Nascido para Matar”, e coreógrafo “O Protetor”. Panna realmente realiza cenas em seus filmes de tirar o fôlego muito bem encenado e em Ong Bak – Guerreiro Sagrado, ele mostrou seu talento para filmes de ação de baixo orçamento e de produções pequena. A história do filme não chega ser simplório se comparado as mesmices feitas nos Estados Unidos. Na trilha sonora o melhor do pop tailandês e na fotografia do filme há uma junção de cenas escuras com pouca iluminação ou uma iluminação forte bastante amarelada, mas não peca por isso.

DIRETOR
Dirigido por Prachya Pinkaew outra figura desconhecida de 48 anos que após se identificar com o cinema decidiu largar a arquitetura e ingressar no mercado de cinema tailandês, começou como diretor de arte em 1990, depois foi diretor de criação onde daí dirigiu inúmeros vídeos musicais, seu primeiro filme foi realizado em 1992, ele é também produtor e roteirista. Em Ong Bak – Guerreiro Sagrado Prachya preocupa-se em realizar as cenas de ação o mais perfeito possível o exemplo está no próprio filme que tem cenas de ação ininterrupta sem dar nenhum intervalo para repor o fôlego.
A sua contribuição ao filme nos tem a certeza de que em matéria de ação e pancadaria ele sabe manipular muito bem sem os habituais efeitos especiais e os trabalhos dos dublês sempre recorrentes no cinema norte-americano, mas diante dessa incógnita que se forma a seu respeito ele deixa muito a desejar no desenvolvimento dos atores quanto profissionais que às vezes parecem ser meros amadores, no entanto Ong Bak – Guerreiro Sagrado e seu protagonista Tony Jaa, inovaram o cinema de ação que se mostrava em pleno declínio e a certeza de que os atores como Jean Claude Van Damme e Steven Seagal dentre outros ainda têm de comer muito feijão para fazer proeza tal e igual.
Nota do Filme: 9.0.
Anny Kássio Crítico de Cinema.
Próxima Crítica: O Último Mestre do Ar.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Especial: Alfred Hitchcock


Outubro é mês de Halloween, dia das bruxas e como sendo mais entre muitas datas no calendário sempre se comemora com festas, geralmente as pessoas se alto caracterizam com roupas, maquiagem, músicas e comidas festejando o dia. Com esse movimento nos vêm à lembrança os filmes de terror com uma aura dos típicos filmes noir da década de 60/70 em que só um elemento primordial prevalece que é o “suspense”, a palavra propriamente dita também nos lembra de um eterno cineasta marcado por esse gênero, seu nome? Alfred Hitchcock alto taxado o “mestre do suspense”.
Alfred Joseph Hitchcock nasceu em 13 de Agosto de 1899 na cidade de Londres, Inglaterra. Foi diretor, produtor, roteirista e ator. Filho de verdureiro Alfred teve uma educação rigorosa, sua carreira no cinema começou cedo em 1920 aos 20 anos de idade trabalhando nas mais diversas funções de um filme, sua primeira produção não foi muito bem sucedida dois anos depois “Number Thirteen”, mas sua primeira grande chance veio somente em 1925 no filme “The Pleasure Garden” e desde então foi emplacando um filme atrás do outros sempre obtendo notoriedade do seu talento, tal talento quebrou barreiras que foram parar nos Estados Unidos em 1939, seu primeiro no filme na America foi “Rebecca”, o que logo de cara lhe rendeu um Oscar.
O suspense sempre foi uma marca de Hitchcock em seus filmes desde o início, mas na década de 40 ele começou a diversificar seus trabalhos nos mais diversos gêneros algumas vezes fracassando comercialmente, pois na qualidade de seus trabalhos permanecia intactas, Hitchcock gostava de fazer aparições rápidas em seus filmes logo no começo da trama e no que diz respeito a toda etapa da produção de um filme ele aprendeu tudo edição, cenografia, cinematografia e roteiro. Tamanha versatilidade não ficou só no cinema, o talento de Hitchcock migrou para a Televisão onde produziu e dirigiu seriados.
Alfred Hitchcock foi um pioneiro do cinema, em sua extensa filmografia os filmes que se sucede ao longo dos anos ele têm nos créditos as mais variadas funções como desenhista, diretor de arte, diretor assistente, montagem e roteirista logo nos primeiros anos na Inglaterra, como diretor trabalhou em inúmeros projetos sem informação de paradeiro, entre eles se destacam “O Homem Que Sabia Demais” (1934), “Janela Indiscreta” (1954), “Um Corpo Que Cai” (1958), “Intriga Internacional” (1959), “Psicose” (1960) e “Os Pássaros” (1963).
Com uma carreira de sucesso Alfred Hitchcock sem dúvida lançou tendências hoje bastante copiada por cineasta entre eles M. Night Shyamalan de “O Sexto Sentido” (1999), “Corpo Fechado” (2000), “Sinais” (2002), “A Vila” (2004) e “A Dama na Água” (2006) e Brian De Palma “Dublê de Corpo” (1984) e “Olhos de Serpente” (1998) que evidentemente não possuem a mesma capacidade e talento que Hitchcock tinha na arte de envolver as pessoas em suas tramas, fazer seus trabalhos com qualidades diferenciadas de outros precursores do gênero no cinema.
Alfred Joseph Hitchcock morreu em 1980 de insuficiência renal no dia 20 de Abril em Los Angeles nos Estados Unidos. Um eterno artista lembrado e amado por todos os cinéfilos inclusive por seus fãs, Alfred Hitchcock é e sempre foi o mestre do suspense, aquele responsável por criar obras genuínas, autentica de um artista inigualável, e diante de um mito com as qualidades dele o seu lugar é insubstituível.
Anny Kássio Crítico de Cinema.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Avatar


Stanley Kubrick (1928-1999) foi o cineasta responsável pelo estopim da Ficção Cientifica séria no cinema, com seu clássico “2001 – Uma Odisseia no Espaço” (1968), antes deste havia produções mostrando certa seriedade mais com destaque menor, o sucesso de Stanley Kubrick se deu pela revolução técnica e narrativa em uma época de recursos restritos. Depois de 2001, surgiram inúmeras outras produções com temáticas ambientadas nesse gênero e com destaque e inovações em todos os aspectos da produção como é o caso de “Alien – O Oitavo Passageiro” (1979) e “Blande Runner – O Caçador de Andróide” (1982) ambos de Ridley Scott, “Guerras nas Estrelas” (1977) de George Lucas, “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (1977) e “E.T. – O Extraterrestre” (1982) ambos de Steven Spielberg e o revolucionário “Matrix” (1999) de Larry e Andy Wachowski. Outra Ficção Cientifica que saiu do papel para entrar na história foi Avatar do diretor James Cameron.

SINOPSE
Em um planeta a 4,4 anos-luz da Terra chamado Pandora reside uma colônia em busca de estudos científicos e que extrai riquezas naturais como o minério, nesse planeta é habitado por alienígenas denominado Na´vi. Com a morte de seu irmão Jake Sully (Sam Worthington) é um ex-fuzileiro naval paraplégico recrutado para trabalho em pandora no programa avatar, após incorporar seu avatar ele tem total acesso através de uma Na´vi ao local de moradia na imensa floresta, com o tempo ele vai aprendendo seus modos, costumes, língua e fraquezas dessas espécie a mando da corporação que tem interesses nas riquezas do planeta de grande valor, mas o elo que Jake Sully criou com os Na´vi, com seu estilo de vida, com a floresta chega ao ponto de ele entender os objetivos escusos do coronel para com pandora e seu povo, então ele decidi não compactuar com os humanos e ajudar os Na´vi no conflito e na guerra que ambos vão enfrentar.

ELENCO
No papel do soldado paraplégico o desempenho ficou a cargo de Sam Worthington do recente sucesso “Fúria de Titãs” (2010), que no papel do homem condenado a cadeira de rodas, mas não ao fracasso ainda luta pela manutenção, conservação do planeta Pandora sua beleza natural, o esplendor da floresta, o amor por esse ambiente, o ódio pela destruição em prol do nada, interesses do homem sem se importar com as consequência, a reação com fúria em busca de justiça, e, principalmente o amor e respeito pelas outras espécies e adversidades do lugar perfeitamente bem interpretado por Sam e os demais atores do elenco.

PRODUÇÃO TÉCNICA
O espetáculo de Avatar está mesmo é na produção técnica em todos os sentidos, se não fosse pelo longo tempo em que Cameron vinha trabalhando no projeto os cinéfilos iriam vê uma compilação de muitas obras do cinema como os filmes “Guerras nas Estrelas”, “Transfomers”, “2001 – Uma odisseia no Espaço” e “Matrix”. Da mixagem de som ao nuances de cores de um mundo incrível, os efeitos especiais são arrebatadores, a tecnologia desenvolvida do filme feito em 3D tem uma junção perfeita, a criação dos cenários, a direção fotográfica, o desenho de produção, o esquema de filmagem desenvolvida, o roteiro, a edição, a trilha sonora até o produto final é uma inovação no gênero e na sétima arte como um todo Cameron realmente é digno do sucesso.

DIRETOR
Desenvolvido por James Cameron desde 1995 a ser lançado após o seu outro grande sucesso “Titanic” (1997), Avatar era para ser lançado em 1999, mas por conta do limite técnico bastante restrito e com os gastos ainda mais exorbitantes, Cameron não prosseguiu com o projeto até por conta de não ficar da maneira elaborada. Com um orçamento estimado em 500 milhões por conta de seu padrão técnico com trabalhos de empresas do amigo Peter Jackson e George Lucas, o espetáculo está mesmo é nas imagens de Avatar.
Perfeitamente bem desenvolvido o triunfo de Avatar está mesmo é na direção do mestre James Cameron que se superou e é o responsável pela nova forma de se fazer cinema, advindos de filmes com grande sucesso entre eles “O Exterminador do Futuro”, “Aliens”, “True Lies” e “Titanic” James Cameron fez uma obra que encantou o mundo com um roteiro que chegou na hora certa, em uma época que a terra está passando por problemas de desmatamento e desrespeito ambiental o filme Avatar nos faz refletir sobre o nosso espaço onde vivemos o nosso respeito com a floresta, com os animais e todas as espécies em geral. Avatar é magnificamente perfeito e foi uma injustiça ter recebido apenas prêmios técnicos da academia do Oscar, mas o mais importante é que Avatar e James Cameron entraram para a história do cinema com seu filme ecologicamente correto, Avatar não tem como se deixar encantar e se envolver com todas as emoções que o filme propõe.
Nota do Filme: 10.
Anny Kássio Crítico de Cinema.
Próxima Crítica: Ong Bak – Guerreiro Sagrado.

As Estrelas deles já não brilham mais

O estrelado é um sonho almejado por todo mundo, em especial aos artistas que ingressa nesse ramo, até porque uma vez que o artista chega ao ápice de sua carreira os ventos são outros ao assoprar em seu favor. E no cinema não é nada diferente, pois chegar ao topo não é difícil, o complicado é se mantiver lá o que não é nada fácil num mercado em que a concorrência é extremamente grande e a cada novo passo pode ter vários resultados, carreira longa ainda..., ou..., fim de linha.


Chow Yun Fat nascido em 18 de Maio de 1955 é um ator chinês, começou a carreira na televisão, o cinema veio em meados da década de 70, Chow fez muito sucesso na televisão e em séries que hoje são clássicas e provou que seu talento vai além do esperado atuando nas telas do cinema chinês em filmes de grande sucesso, considerado lenda em seu país Chow é um ícone do cinema chinês. Trabalhou com grandes diretores, contracenou com estrelas de renome nacional e internacional, versátil nunca caiu no estereótipo sempre atuando em todos os gêneros. Mais toda a capacidade artística de Chow ainda não foi comprovado nas telas ocidentais, desde sua estreia no fiasco “Assassino Substituto” (1998), Chow Yun Fat nunca fez um trabalho sério em solo norte-americano, depois veio “O Corruptor” (1999), o fraco “Anna e o Rei” (1999), “O Monge à Prova de Balas” (2003), “Dragonball Evolution” (2009) e antes deste “Pirata do Caribe – No Fim do Mundo” (2007), certamente o seu melhor trabalho.


Christian Slater nascido em 18 de Agosto de 1969 estreou em 1983 com trabalhos para a TV, foi dirigido por grandes estrelas do cinema e contracenou com astros de renome como John Travolta, Tom Cruise, Antonio Banderas, Nicolas Cage, Morgan Freeman dentre outros. Seus trabalhos mais notáveis são “O Nome da Rosa” (1986), “Robin Hood – O Príncipe dos Ladrões” (1992), “Amor a Queima-Roupa” (1993), “Entrevista com o Vampiro” (1994), “A Última Ameaça” (1996), “Tempestade” (1998) e “Código de Guerra” (2002). Depois desses trabalhos Christian continua trabalhando em projetos com lançamento direto em DVD e de muita pouca repercussão, anos atrás o astro era envolvido com escândalos na imprensa norte-americana, ele chegou a fazer parte do grupo de jovens promissores juntamente com Johnny Depp e Brad Pitt, mais a promessa durou pouco enquanto Johnny Depp e Brad Pitt continuam se superando, Christian Slater encontra-se em outra dimensão amena.


Dolph Lundgren nascido em 3 de Novembro de 1956 na suecia, nunca foi uma promessa duradoura embora o eterno He-Man prometia ser mais um artista dos filmes de ação depois de contracenar com Sylvester Stallone em “Rocky IV” (1985), “ Mestres do Universo” (1987) “O Justiceiro” (1989), “Soldado Universal” (1992) e o recente “Os Mercenários” (2010) são seus melhores trabalho, nesse timing de tempo, Dolph Lundgren simplesmente trabalhou em projetos de quinta categoria sem nehuma qualidade sequer.


Francis Ford Coppola nascido em 7 de Abril de 1939 nos Estados Unidos é um cineasta, e pai de Sofia Coppola e tio do ator Nicolas Cage. Um grande diretor do cinema norte-americano reponsável por obras que hoje são clássicos da arte cinematográfica como “Apocalypse Now” (1979), “O Selvagem da Motocicleta” (1983), “Peggy Sue – Seu Passado a Espera” (1986), “Drácula de Bram Stoker” (1992) e sua maior contribuição ao cinema, a trilogia “O Poderoso Chefão” (1972). Depois desses méritos e amargar um imenso fracasso resultando uma dívida grande Francis Ford Coppola nunca mais deu as caras em um projeto como diretor, seu trabalho se resume apenas como produtor ou produtor executivo, o seu último trabalho na direção foi “Tetro” (2009), nada ouvimos falar dele. A estrela de Francis Ford Coppola apagou e o brilho já não é mais o mesmo.


Jean-Claude Van Damme nascido em 18 de Outubro de 1960 na Bélgica estreou no cinema em uma produção Européia no ano de 1983 como figurantes, a sua projeção internacional aconteceu somente dois anos depois no filme “Retroceder Nunca, Render-se Jamais” (1985), em seguida veio “O Grande Dragão Branco” (1987), “Cyborg – O Dragão do Futuro” (1989), “Kickboxer – O Desafio do Dragão” (1989), “O Alvo” (1992) de John Woo, “Timecop – O Guardião do Tempo” (1994), “Morte Súbita” (1995) e a sua cinebiografia “JCVD” (2008), são seus trabalhos mais notáveis, depois de se envolver com drogas e alguns escândalos Jean-Claude Van Damme nunca mais foi o mesmo, seus filmes posteriores a essa fase são todos fiascos econômico e de uma qualidade inferior.


John Travolta nascido em 18 de Fevereiro1954 além de atuar, canta e dança. John Travolta é uma pessoa de fases tanto como profissional e também na vida pessoal, na carreira estreou em 1975, seu início foi bem sucedido com filmes de grande sucesso de bilheteria e de crítica, certamente seu maior sucesso na primeira fase foi “Os Embalos de Sábado à Noite” (1977), e depois não parou de emplacar um sucesso atrás do outro seguidamente. Mas Travolta passou por momentos delicados na vida pessoal após perder a mulher e a mãe sua aparição começava a perder o fôlego e seu sucesso já não era mais o mesmo, no entanto seu retorno foi triunfal graças a Quentin Tarantino na sua obra-prima “Pulp Fiction – Tempo de Violência” (1994), depois do sucesso do filme e de sua indicação ao Oscar o eterno astro voltou ao topo com trabalhos notáveis, mas essa bela volta por cima não está durando muito, Travolta nos últimos anos vem se levantando aqui, e caindo ali, seus filmes perderam aquele brilho que tinha e hoje não se vê mais nem nele e muito menos no filme, enquanto a vida pessoal está em alta não podemos dizer o mesmo da carreira, filmes como “O Sequêstro do Metrô” (2009) e “Dupla Implacável” (2009) é a prova concreta desse declínio demasiadamente porque alguém que recebe o prêmio de Pior Ator da década é porque não anda muito bem.


Katie Homes nascida em 18 de Dezembro de 1978 trabalhou em séries de televisão, no cinema trabalhou com Ang Lee em “Tempestade de Gelo” (1997), após iniciar no cinema a carreira de Katie Homes é tão sem graça quanto piada de loira conhecida, sua inexpressividade é tanta que se nota nos seus trabalhos posteriores “A Filha do Presidente” (2004), “Batman Begins” (2005), “Obrigado por Fumar” (2005) e “Loucas por Amor, Viciadas em Dinheiro” (2006), em 2006 casou-se com Tom Cruise outro que não está muito bem também da carreira, aí que Katie apagou de vez o brilho que nunca teve.


M. Night Shyamalan nascido em 7 de Agosto de 1970 é um cineasta indiano. Estreou no cinema em 1992, M. Night Shyamalan estourou em 1999 com o filme “O Sexto Sentido”, seus trabalhos sempre têm o horror e suspense como temas profundos, Shyamalan é conhecido por querer posar como um Alfred Hitchcock, mas seus trabalhos pouco se engulhar ao mestre do suspense, depois de “O Sexto Sentido” (1999), Shyamalan nunca mais repetiu a façanha, embora seus projetos conseguissem uma bilheteria até considerável não atingindo as expectativas, porém a crítica é sempre severa. No currículo temos ainda “Corpo Fechado” (2000), “Sinais” (2002), “A Vila” (2004), “A Dama na Água” (2006), “Fim dos Tempos” (2008) e a sua primeira adaptação do autentico Avatar, intitulado “O Último Mestre do Ar” (2010) todos com suas falhas bem notáveis, Shyamalan continua dano murro em ponta de faca.


Macaulay Culkin nascido em 18 de Agosto de 1980 começou sua carreira ainda criança no cinema e na TV no ano de 1985. Macaulay Culkin como toda criança sem nenhuma orientação séria dos pais caiu em muitos escândalos, entre eles, o de ter se envolvido intimamente com o cantor Michael Jackson (1958-2009), e em 2004 foi preso por pote de maconha. Com tantos problemas ainda cedo, isso contribuiu de maneira gradativa para o declínio da carreira do pequeno astro Macaulay Culkin que, no entanto, contribuiu para o cinema em sua fase curta, entre seus filmes o que se destaca são “Esqueceram de Mim”, “Meu Primeiro Amor”, “O Anjo Malvado” e “Riquinho”. Nos tempos atuais Macaulay Culkin ainda trabalha no cinema, mas seus trabalhos são projetos sem nenhuma pretensão e de qualidade abaixo da média fora a repercussão pouco divulgada.


Nicolas Cage nascido em 7 de Janeiro de 1964 nos Estados Unidos estreou no cinema em 1981 num filme para televisão, foi dirigido por grandes feras do cinema inclusive por seu tio Francis Ford Coppola. Ovacionado sempre pela suas atuações equilibradas em filmes que exigia talento de um ator, Nicolas Cage sempre retribuiu na medida certa, trabalhou em filmes que hoje são obras inesquecíveis. Após ganhar o merecido Oscar de Melhor Ator em 1995 pelo filme “Despedida em Las Vegas” (1995), parece que foi contemplado pela maldição do Oscar, desde então vem fazendo filmes que não faz jus ao seu incrível talento, filmes inexpressível e sem nenhuma pretensão artística.


Steven Seagal nascido em 10 de Abril de 1952 é um ator, escrito, cineasta e músico norte-americano. Estreou no cinema no filme “Nico – Acima da Lei” (1988), desde então catapultou sua carreira nos filmes de pancadaria, e fez sucesso meteórico no gênero ação, juntamente com Jean Claude Van Damme estourado em momento parecido, décadas de 80/90 reinou como pode, neste mesmo tempo, trocou os pontapés por armas de fogo e explosões, motivo derivado por está fora de forma e gordura excessiva, nos anos 2000 Steven Seagal vez trabalhos tosco e de aprovação apenas dos fãs.


Wesley Snipes nascido em 31 de Julho de 1962 nos Estados Unidos. Snipes começou a carreira no teatro em 1980 onde arrumou formação intelectual firme para seu início glorioso no cinema em 1986. Wesley Snipes atuou em projetos que colocou seu talento a mostra com filmes bom, eclético trabalhou em quase todos os gêneros só faltou romance, depois de uma bem sucedida carreira Snipes caiu numa onda não muito boa, processado por sonegação de impostos Wesley Snipes continua trabalhando como se nada tivesse acontecido, embora seus trabalhos sejam de doer até na alma. Depois da trilogia “Blade” (1998), deus as caras no cinema em 2009 no filme “Atraídos Pelo Crime”, os outros projetos menores foram lançados direto em DVD.

Whoopi Goldberg nascida em 13 de Novembro de 1955, além de atriz é ainda humorista, cantora e apresentadora. Trabalhou na televisão em séries e no cinema e chegou a ser indicada ao Oscar. Nos seus projetos notáveis o que se destaca mais é “Ghost – Do Outro Lado da Vida” (1991). Suas comédias, seu trabalho em dramas nos mostra uma das atrizes mais talentosa do cinema. Mas Whoopi Goldberg de uns tempos para cá não se fala mais em seu nome, até parece que Whoopi morreu pelo menos seu brilho artístico, seus trabalhos atuais não lhe dá mais nenhuma asserção merecida depois de muitos anos de sucesso em todas essas mídias.
Esses são alguns dos artistas de cinema que não trabalham mais como antigamente, eventualmente eles volta a querer surpreender, mas o fogo dura pouco, não somente eles mais outros artistas como a bela Nicole Kidman, Mack Dacasco, Jason Scott Lee, Demi Moore e a poderosa Sharon Stone são exemplo de outras estrelas fora de moda. Não é fácil sempre se manter no topo é preciso se adequar as mudanças que vão ocorrendo, novos astros surgem, mas os velhos permanecem, a indústria é concorrida, mas a fase é passageira pelo menos para alguns.
O fato que resume toda essa trela é que o mais importante está acontecendo, mérito ou fracasso, mas esses artistas continuam trabalhando e suas obras de agora ou de outrora estão aí para apreciarem independente de suas qualidades, e isso é o que basta para o fã incondicional que extrai qualidade de onde evidentemente não têm ou pouco têm, e eles permanecem na ativa ninguém sempre acerta como também não vai só errar, e eles continuam brilhando e vivos prestando suas contribuições ao cinema e os cinéfilos assim como a sétima arte só temos algo a dizer: obrigado.
Anny Kássio Crítico de Cinema.












quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Dragonball Evolution


Não é de agora que as adaptações das mais variadas mídias como animes, desenhos, vídeo games, livros, séries dentre outras fracassam no cinema, filmes como “Street Figther – A Batalha Final”, “Elecktra”, “Hulk”, “A Liga Extraordinária”, “The Spirit”, “Max Payne”, “Motoqueiro Fantasma”, “Street Figther – A Lenda de Chun-Li” e muitas outras mais que teve o triste destino similar amealhou nas bilheterias e crítica, tal recepção não é de muito bom grado aos seus investidores poucos compreensíveis da verdadeira causa. A produção mais recente a fazer parte do grupo amplo de erros é “Dragonball Evolution” estreado em 2009.

SINOPSE
Após completar seus 18 anos o jovem Goku (Justin Chatwin), vivencia a dura perda de seu avô Gohan, quem sempre lhe treinou as habilidades das artes marciais, e com a sua morte Goku tem que encontrar o Mestre Kame (Chow Yun Fat), para juntos partir rumo à procura das esferas do dragão antes que Piccolo as reúna, detalhe uma vez que as sete esferas reunidas concedem poderes a quem as possui.

ELENCO
Na pele do carismático Goku temos Justin Chatwin que já atuou em alguns filmes e trabalhos para TV. Não precisa ser cinéfilo para nota de que o produtor executivo de Dragonball Evolution errou o passo ao colocar um moleque na composição de um personagem da cultura pop japonês tão querido quanto é Goku, Chatwin resumidamente passa a mensagem de que ele não tem capacidade nenhuma para interpretar o referido personagem, ao longo do filme o que se percebe é um show sem graça de uma bizarrice sem precedentes, esse é um dos pontos de erro que as adaptações das culturas oriental transposta da mão de um ocidental erram ao colocar um patriota com nenhuma relação ao original. O outro personagem que tem uma presença é o Mestre Kame interpretado pelo chinês Chow Yun Fat de “Piratas do Caribe – No Fim do Mundo” (2007), que tem lá suas semelhanças embora Chow demonstrasse incomodado com o papel em algumas cenas e sua caricatura também é uma contradição ao original. Os demais atores desempenham o trabalho respectivo aos personagens sem nenhuma notoriedade que mereça ser discutida.

PRODUÇÃO TÉCNICA
Baseado no mangá de Akira Toriyama criado em 1984, foi de onde se pensa que foi adaptado, quem possui um conhecimento vasto de cinema poderar ver muitas referências as outras obras da sétima arte. O roteiro, produção e direção tiveram a assinatura do diretor James Wong de “O Confronto” (2002), na produção temos ainda Stephen Chow de “Kung Fusão” (2004), que também não contribuiu em nada para alavancar o filme. A direção fotográfica parece coisa de amador, em certas partes do filme tem um amarelo desbotado e outras cores mortas que desgraça a imagem e até a compreensão do filme. O figurino nada tem a ver com o original, até porque a cronologia de Dragonball Evolution é nos tempos atuais. Os efeitos especiais que são os que Hollywood melhor sabe fazer foram capengas.

DIRETOR
Dirigido por James Wong, o que temos como conclusão geral de seu trabalho é estarrecedor, o interessante é ver como alguém põem tudo a perder, não a toa que os fãs incondicionais não queriam tal realização, não nesses moldes triste e pobre em todos os sentidos cinematográficos, nem as cenas de luta não são dignas de um filme de ação com qualidade, pelo menos nisso mais o escorrego do filme foi geral.
Na verdade Dragonball Evolution nada acrescenta ao gênero e muito menos a arte, inovação não faz parte de nenhum aspecto do filme, Dragonball Evolution não ganha nada, muito pelo contrário, perde ao ridicularizar um clássico da cultura e uma bela obra homônima de Akira Toriyama.
Nota do Filme: 2.0.
Anny Kássio Crítico de Cinema.
Próxima Crítica: Avatar

terça-feira, 30 de novembro de 2010

V de Vingança


São poucos os filmes que retratam o estado, o sistema de governo, apenas “Syriana” (2005), “O Jardineiro Fiel” (2005) de Fernando Meirelles e “Sob a Névoa da Guerra” (2003) um ousado filme que mostra de maneira documental a política intervencionalista dos Estados Unidos. O mais recente filme com tema similar é V de Vingança de 2005, adaptação da Graphic Novels criado por Alan Moore.

SINOPSE
V de Vingança se passa no futuro de uma Inglaterra de 2020 modificada, V que tem como objetivo pegar o responsável por quem desfigurou seu rosto que é sempre coberta com uma mascara sorridente, e impor medo no estado de forma terrorista e assustadora, ele quer acabar com o regime totalitário que dominar o país. De maneira sutil e astuta V vai conseguindo os aliados aos poucos até o ponto de toda população apoiar sua ideologia de que o Estado governamental não precisa de prédios, parlamentos e sim de idéias.

ELENCO
Na pele do temido V está o ótimo ator Australiano Hugo Weaving, o agente Smith da trilogia Matrix, que com uma interpretação bonita reafirma seu talento para a versatilidade, mostrando um personagem numa jornada solitário até conhecer a bela Natalie Portman de “A Loja Mágica de Brinquedos” que faz Evey, e desde então passa a serem parceiros nessa luta contra o sistema no intuito de derrubar o ditador interpretado por John Hurt.

PRODUÇÃO TÉCNICA
Produzido e escrito pelos irmãos Larry e Andy Wachowski os mesmo de “Matrix” (1999) e com uma Produção de Joel Silver “Speed Racer” (2008), V de Vingança é um filme fantástico em todos os aspectos, um roteiro inteligente, diálogos sempre mordazes com relação a tudo, a composição das cenas e sua ligação e desenvolvimento até a conclusão da história tem um elo direto com o espectador. A fotografia sombria e obscura, quanto ao tempo futuro da história não pareceu muito prévia, de inicio parece que o filme se passa no século 19 pelas ruas que aparece mais no decurso do filme fica claro a idéia de futuro.

DIRETOR
Os irmãos Wachowski encarregaram a direção a James Mcleigue do recente “Ninja Assassino”, que fez um trabalho admirável, seu talento na direção do filme exceto a intervenção dos irmãos e do produto Joel Silver, é bastante evidente, V de Vingança é um filme que literalmente não se nota falhas em nada a não ser pelo seu tema que incomoda os ortodoxos Políticos.
No entanto, V de Vingança é um filme brilhante e advindo de historias em quadrinho é até interessante a sua origem, um elenco talentoso, uma história emocionante e envolvente V de Vingança é uma obra metaforicamente inigualável e mostra o talento dos irmãos Wachowski, é difícil não deixar se envolver com o filme que resumidamente é entretenimento puro da melhor qualidade.
Nota do Filme: 10.
Anny Kássio Crítico de Cinema
Próxima Crítica: Dragonball Evolution.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Especial: Akira Kurosawa


O dia era 23 de Março de 1910, na cidade de Shinagawa, (Tóquio) no Japão, nascia um dos maiores expoente do cinema japonês e de calibre internacional, o seu nome? Akira Kurosawa um mestre como poucos que influenciam gerações pelo mundo inteiro com sua arte incomparável no seu tempo e até os dias de hoje.
Diretor, argumentista e produtor Kurosawa tinha talento em tudo que fazia ao longo de uma carreira profícua com seus altos e baixos compreensíveis, atuante desde 1943 até 1993 numa carreira de 50 anos ininterruptos e 30 filmes no currículo com sucessos imortalizados e amplamente estudados e revistos pelos cinéfilos, fãs e estudiosos da sétima arte.
Nascido num subúrbio de Tóquio, Kurosawa era de uma família de oito irmãos, seu pai dirigia uma escola secundária dirigidos pelos militares, desde novo já mostrava afeições pelo cinema e especificamente pela cultura ocidental, amante das artes como pintura e a literatura nunca desvinculou seus dotes artísticos embora não explorado por esse meio mais reaproveitado no cinema.
Em 1936 viu um teste para ser um assistente de diretor, sua estreia ocorreu em 1943 no filme “A Saga do Judô” (1943) e desde um inicio promissor não parou mais com produções que catapultou para a história do cinema as obras do mestre japonês, Kurosawa em 1971 tentou inúmeras vezes suicídio cortando os pulsos.
Akira Kurosawa recebeu prêmios e homenagens do mundo inteiro, 1990 ganhou o Oscar honorário, foi indicado a outros prêmios de projeção internacional como o BAFTA, Palma de Ouro e Leão de Ouro. Seu último trabalho sobre sua égide foi “Madadayo” (1993), postumamente Kurosawa havia deixado o roteiro “Depois da Chuva” de (1999), concretizado por um de seus discípulos.
Seus filmes se tornaram clássicas obras primas de valor inestimável e de reconhecimento e respeito a seu memorial, 2010 é o ano do centenário de Akira Kurosawa falecido em 6 de setembro de 1998 em Setagaya, (Tóquio) no Japão. Com uma carreira bem sucedida e repleta de sucessos Akira Kurosawa é um daqueles artistas que faz parte de um seleto grupo de cineastas de prestigio e credibilidade internacional e um dos melhores do mundo, esse posto é o mínimo que podemos atribuir a um artista de intelecto nunca igual.
Anny Kássio Crítico de Cinema.

sábado, 27 de novembro de 2010

Michael Jackson´s This Is It


São comuns personalidades de renome dos mais diversos campos receber homenagem e saudação a sua trajetória, do filósofo ao canto, mais o interesse, parte de quando uns artistas têm peculiaridade similar às pessoas ou quando são muito querido, documentários já trataram dessas especificações como no caso do lutador Mike Tyson, Bruce Lee teve sua vida mostrada de diversos pontos de vista do ator de filmes de ação e dentre inúmeros outros que caíram na onda, a mais recente imagem mostrada nas telas foi a de Michael Jackson´s This Is It mostrando seus últimos momentos de vida na preparação de sua volta aos palcos que infelizmente não foi possível com seu falecimento dias antes do show.
Em 25 de junho de 2009, o mundo ficou abalado com uma noticia inesperada, faleceu aos 50 anos Michael Jackson – o rei do pop, os noticiários inundaram na televisão, jornais e internet a noticia, para muitos eram impossível sua morte até a sua confirmação ser afirmada, durante meses a fios não se falava em outra coisa em qualquer parte do mundo, Michael recebeu homenagens de todos os cantos do mundo, nos programas de televisão, nos jornais, nas revistas e a internet fornecia todo tipo de material em artigos, matérias e até suas músicas passaram a ser tocadas nas rádios com frequência, filmes dos qual Michael atuou eram reprisados na televisão entre eles “MIB – Homens de Preto 2” (2002), seus clipes ganharam exclusivo DVDs com lançamento, um ato de amor e respeito ao mito.
Michael Jackson estava ausente algum tempo dos palcos, mais anunciou sua volta com uma turnê de 50 shows, e para isso vinha se preparando nos ensaios que a pedido da Sony Picture queria registrar os momentos para o arquivo pessoal de Michael, com uma carga horária extensa de ensaio o material que a Sony Picture mostra no documentário Michael Jachson´s This Is It, consistindo unicamente nos seus ensaios foi bastante e muito bem editado. No filme não mostrará nada além dos seus ensaios, sua relação com a equipe técnica e os integrantes do grupo.

PRODUÇÃO TÉCNICA
Sem dúvidas, os méritos de Michael Jackson´s This Is It estão na equipe técnica que sob a direção de Kenny Ortega mostra um show de imagem, de coordenação do ambiente por completo, as estruturas, os dançarinos, músicos e coreografia também de Michael são pontos altos do filme, Kenny é um profissional completo, a edição e o esquema de organização das cenas foram muito bem pensados.

DIRETOR
Kenny Ortega diretor, produtor e coreógrafo foi o responsável por “High School Musical”, aqui ele transpõem em imagens aquilo que Michael sonhava em levar as pessoas ao seu imaginário, ao seu mundo particular e Ortega faz seu trabalho com maestria e muita perfeição, característica as de Michael sempre buscando o melhor em tudo.
Michael Jackson´s This Is It é curioso por mostrar nos bastidores um profissional como Michael no seu momento de criação e trabalho visto de um ponto inigualável em termos de aspectos pessoais, um show que iria entrar para história não foi possível acontecer, mais onde quer que Michael Jackson esteja ele será como um daqueles poucos artistas que tem uma dádiva de reino imortal.
Nota do Filme: 6.0.
Anny Kássio Crítico de Cinema.
Próxima Crítica: V de Vingança.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Matrix


De tempos em tempos surgem filmes que são capazes de revolucionar todas as formas de se vê, fazer e comercializar cinema. Retrocedendo ao passado não muito distante do cinema notamos as produções que marcaram época e influenciaram artistas a seguir as tendências semelhantes, entre elas estão “Cidadão Kane” (1941) de Orson Welles, “2001 – Uma Odisséia no Espaço” (1968) de Stanley Kubrick, 1977 foi à vez de George Lucas com “Guerras nas Estrelas”, “E.T. – O Extraterrestre” (1982) e outras produções de Steven Spielberg também fazem parte, “Titanic” (1997) e até o mais recente deles “Avatar” (2009) ambos de James Cameron, e porque não “Batman – O Cavaleiro das Trevas” (2008) de Christopher Nolan, outra produção que imortalizou foi de 1999 dos irmãos Larry e Andy Wachowski, “Matrix”.

SINOPSE
Thomas Anderson (Keanu Reeves) trabalha numa empresa de software e no universo hacker possui o apelido de Neo, do nada ele vê sua vida passar por transposições do mundo real a universos paralelos dominado por máquinas, o Agente Smith (Hugo Weaving) quer o capturar no objetivo de prender Morpheus (Laurence Fishburne) o guia de Neo para compreensão da Matrix, junto a Trinity (Carrie-Anne Moss) e a outros integrantes que habita esse universo futurístico devastado pelas máquinas em que o ser humano foi dizimado. Neo é uma espécie de messias salvador do universo pela dominação das máquinas e o único capaz de derrotar o Agente Smith.

ELENCO
Na pele de Neo, Keanu Reeves de “O Dia em que a Terra Parou” (2009), foi o ator certo para o personagem confuso dos acontecimentos futuro que de uma hora para outra compromete sua vida, Keanu só foi meio termo nas sequência de lutas, às vezes parecia que havia engolido uma alavanca, mais o resultado de seus esforços dentro do cronograma de treinamento mostrou que o rapaz merece aplausos, Laurence Fishburne “Sobre Meninos e Lobos” (2003), faz o cauteloso Morpheus, sempre apar dos fatos que vão se sucedendo no universo Matrix, Carrie-Anne Moss de “Planeta Vermelho” interpreta Trinity que posteriormente, torna-se namorada de Neo, mas quem rouba a cena é Hugo Weaving o Agente Smith de “V de Vingança” (2005), que magnificamente e admiravelmente é um ator de talento redundante, seu personagem mediante a sua atuação é impressionante.

PRODUÇÃO TÉCNICA
Na direção, produção executiva e roteiro são os irmãos Larry e Andy Wachowski. A produção é assinada por Joel Silver de “Romeu Tem Que Morrer” (2000), que se notam os seus cuidados nas etapas de formação do filme. A fotografia é um espetáculo, uma nuance de cores verdes com um cuidado no acréscimo de um tom preto que complementa a formação da imagem. Na trilha sonora temos Link Pack e outras músicas condizentes à ambiência do filme, desse chamado universo pop. Mais as sequência de lutas marciais têm a mão do mestre chinês Yuen Woo Ping de “O Reino Proibido” (2008), magnificamente bem coreografado.

DIRETOR
O fenômeno, o sucesso é atribuído unicamente os seus criadores desse universo formado por um misto de N elementos que compõem a cultura pop, Larry Wachowski e Andy Wachowski são os mestres dessa fabula encantadora, não teve como não se impressionar após assistir ao filme. Depois de provarem ser bons com o filme “Ligado pelo Desejo” (1995), obtiveram a oportunidade de dirigir o próprio filme, Matrix é um filme repleto de referências e citações, nele pode se notar compilação dos filmes de Ficção Cientifica, animes japonês, HQs, livro de filosofias, religião, informática, literatura cyberpunk e filmes de artes marciais.
Matrix é um filme que faz refletir sobre tal e qual mundo vivemos, seus elementos, o que é e não é real, o sonho e a realidade, as máquinas e sua interligencia artificial, nossas dependências de todas essas parafernalias tecnologica, e como lidamos com essas coisas no cotidiano. Matrix teve outas duas sequência controversa, mais de impactor estarecedor, Matrix é um filme que marcou época e é como poucas obras que se imortalizou e que fez história dentro e fora da arte cinematográfica.
Nota do Filme: 10.
Anny Kássio Crítico de Cinema.
Próxima Crítica: Michael Jackson´s This Is It.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Especial: Dennis Hopper



No último dia 29 de junho completou um mês do falecimento de um dos maiores atores e cineastas do cinema mundial, Dennis Hopper aos 74 anos decorrentes do câncer da próstata, em 2010 a doença apresentou um estágio terminal e irreversível, assim à luta que já vinha de algum tempo vence o americano que deixou uma carreira repleta de grandes sucessos e uma contribuição de respeito ao cinema.
Dennis Lee Hopper nasceu em Dodge City em 17 de maio de 1936, ficou famoso mundialmente com o filme “Sem Destino” (1969) ao lado de Peter Fonda, como ator sua primeira aparição foi no filme “Johnny Guitar” de (1954), foi casado cerca de quatro vezes e teve três filhos o mais recente nascido em 2003.
Dennis trabalhou em clássicos do cinema e chegou a ser dirigido por diretores de renome do cinema como o brasileiro Bruno Barreto, Francis Ford Coppola em “Apocalipse Now” (1979), David Lynch em “Veludo Azul” (1986), contracenou com James Dean em “Juventude Transviada” e “Assim Caminha a Humanidade”.
Ao longo de seis décadas Dennis Hopper trabalhou em filmes e documentários até o atual ano 2010, mesmo com o estado de saúde agravado e com uma imagem fragilizada pela doença, Dennis trabalhou em filmes que o imortalizou para sempre, seu nome merecidamente ganhou uma estrela na calçada da fama em Hollywood fazendo assim um reconhecimento definitivamente a seu talento, a sua competência de ator e cineasta, o seu brilho permanecera em seus trabalhos de qualidade inquestionável.
Dennis Lee Hopper ao longo de pouco mais de cinquenta anos de carreira, trabalhou arduamente, atuou em impressionante 157 filmes e documentários, sem incluir seus trabalhos na Televisão, um profissional de calibre e força redundante, Dennis Hopper foi um artista de mão cheia, sua morte previsível não foi um abalo, tristeza de sua partida é lamentável mais seu brilho, sua imagem durona e arrogante ficou em seus filmes para sempre.
Anny Kássio Crítico de Cinema.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Besouro


Em termos de inovação narrativa, elenco e produção técnica o cinema Brasileiro tem lá suas falhas bem óbvias, primeiro no que diz respeito às mudanças o que dificilmente ocorrem no sistema de produção de um bom roteiro, apenas cineastas do calibre de Fernando Meirelles “Cidade de Deus” (2002), José Padilha “Tropa de Elite” (2007), Walter Salles “Central do Brasil” (1998) e Bruno Barreto “O Que É Isso Companheiro?” (1998) dentre outros são capazes de proezas inovadoras. Primeiro porque os gêneros nem sempre varia, ou seja, aquelas comedias sem muitas pretensões, depois as temáticas muitas vezes estereotipado, nunca explora os mais diversos meio como a própria cultura brasileira que é tão vasta e por última é a questão técnica e artística, os profissionais nunca vão ao seu limite, e os atores sem muito empenho até parece comercial de TV. Mais em 2010, estreou “Besouro”, um filme que possivelmente mostra nossa capacidade para gêneros mais diferente, mesmo deixando os outros aspectos fílmicos a desejar.

SINOPSE
No início dos anos 20, na Bahia já com o fim da escravidão os negros ainda viviam situações humilhantes, Besouro que ao se identificar com o inseto e sendo treinado pelo Mestre Alípio que em um dia, é morto por capangas assim gerando uma onda de conflito, então ele desafia a todos e mais do que isso, desafia principalmente as opressões, sofrimento e o preconceito. Besouro foi o maior capoeirista de todos os tempos, que ao se identificar com um besouro resolve desafiar ele mesmo as leis da gravidade e realizar a tal façanha, há quem diga na Bahia que Besouro realmente voava.

ELENCO
No recinto do filme Besouro, tem poucos méritos e muitos fracassos, um desses méritos é justamente o elenco, que no mesmo momento também é um fracasso, o fato de não ter sido formado por atores conhecido das novelas brasileiras deu ao filme uma aura diferente, embora o empenho dos atores em Besouro que não são conhecidos do público, em todos os campos do filme, das qualidades dramáticas as execuções das cenas de luta deixou um espaço incompleto.

PRODUÇÃO TÉCNICA
Inspirado no livro “Feijoada no Paraíso”, foram muitas especulações em tono da produção desde seu anúncio, utilizando as técnicas chinesas nas filmagens das cenas de luta com cabos de aço sob o coordenador Huen Chiu Ku dublê de Jet Li no filme “Rogue – O Assassino” (2006), que tem no currículo filmes como “O Tigre e o dragão” (2000) e “Kill Bill”, no qual metade do orçamento de 12 milhões foi destinada a sua equipe. Na trilha sonora está presente Gilberto Gil. A direção fotográfica às vezes faz uns movimentos no qual o espectador entre nessa aura de magia, misticismo e elementos religiosos presente no filme e no qual é bem explorado. Os cenários são deslumbrantes, mas também há uma falta de profissionalismo presente no filme como da edição e organização das cenas, como na realização das cenas de ação ou na sua falta o que é mais fácil.

DIRETOR
Estreante em longa-metragem, o publicitário João Daniel Tikhomiroff, que é um dos mais premiados do mundo desliza e cai completamente, mesmo com uma carreira repleta de conquistas e experiência, aqui ele faz um trabalho quase amador, mais o que de fato ele faz com perfeição e maestria é a publicidade, Besouro foi ovacionado mesmo antes de estrear e quando o dito acontece o que se vê é um filme sem estrutura, nem plano de voo, sem fôlego e nem motivação.
Besouro tinha tudo para ser um filme fabuloso, outro sucesso do filme é a questão da iniciativa de divulgação da nossa cultura independente de seus acertos e/ou atropelos, mas faltou muito para ele ser uma inovação na produção de filmes brasileiros e no gênero, e quando isso quase acontece há outro erro inadmissível, o enredo muito pouco chamariz de público principalmente jovem. Besouro não é o filme de ficar refletindo após seu término, só é lamentável como uma fonte é deixada a se perder no meio do nada.
Nota do Filme: 1.0.
Anny Kássio Crítico de Cinema.
Próxima Crítica: Matrix.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Cão de Briga


Filmes de ação já é um gênero célebre do grande público, sempre esse tipo de filme é muito estereotipado graças às inúmeras produções Hollywoodianas sem nenhuma criatividade na ambientação de seus roteiros, vindo de influências como as produções da China. Os Norte-Americanos até que tenta fazer bonito, mas não procede, não convence, não tem vez se compará-los aos filmes feitos na “Tailândia e Corei do Sul”, mais com Cão de Briga (2005) de Louis Leterrier, a Europa provou ser boa em matéria de ação até mais que os americanos. Vale lembrar seus filmes “Carga Explosiva”, “Busca Implacável”, “B13 13° Distrito” dentre outras.

SINOPSE
Danny (Jet Li) é um garoto órfão que foi criado pelo gangster Bart (Bob Hoskins) para ser uma potente arma de guerra. Quando é retirada sua coleira ele parte para o combate, esmagando quem estiver na frente. Um dia Bart sofre um acidente e Danny se vê sozinho no mundo como uma criança perdida. É quando ele conhece o bondoso Sam (Morgan Freeman) um afinador de piano cego que o leva para casa. Sam e sua enteada, Victória adotam o rapaz e lhe dão carinho. Mas o destino não deixará o Danny em paz. Ele terá ainda mais um combate. De longe o mais perigoso contra o próprio Bart.

ELENCO
Jet Li “A Múmia – Tumba do Imperador Dragão” (2008), numa atuação surpreendente, compõe de maneira convincente o Danny, o garoto que desde cedo teve seus sentimentos bloqueados impedindo de compreender coisas mais simples da vida. Bob Hoskins “Histórias de Cabaret” (2007) ator Inglês, faz o gangster barra pesada Bart, de modo bem humorado e numa atuação correta. Morgan Freeman “Invictus” (2009), é o cego Sam com uma suavidade o de constume.

PRODUÇÃO TÉCNICA
Com direção de Louis Leterrier “Fúria de Titãs” (2010), e um roteiro de Luc Besson “O Quinto Elemento” (1997) e “Nikita”. Cão de Briga tem diálogos bem construídos, a fotografia no ponto, a ação ficou a cargo de Yuen Woo Ping, coreógrafo de produções como “Matrix” (1999), “O Tigre e o Dragão” (2000) e “Kill Bill” (2003). A narrativa muito bem desenvolvida e os momentos de pauta para a compreensão da história são preenchidos com muita ação de tirar o fôlego.

DIRETOR
Louis Leterrier já provou antes que tem potencial para filmes de ação, “O Incrível Hulk” (2008) e “Carga Explosiva 2” (2005) são resquícios do que ele pode realizar, aqui num trabalho bem melhor e mais criativo Louis Leterrier conduziu a narrativa na linha certa, ação precisa e uma abordagem interessante das questões humanas, seu estado psicológico mediante seu desenvolvimento e até onde uma influência pode afetar.
Cão de Briga mostra que os Europeus são bons também na ação, aqui de maneira inovadora. Com uma direção correta de Louis Leterrier, um roteiro inteligente de Luc Besson, atuação extraordinária de Bob Hoskins, a suavidade e leveza de Morgan Freeman e a agilidade quase surreal e assombrosa de Jet Li nas lutas bem elaboradas de Yuen Woo Ping, Cão de Briga é um filme eletrizante e chega a ser até emocionante.
Nota do Filme: 10.
Anny Kássio Crítico de Cinema.
Próxima Crítica: Besouro.


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Retrospectiva Cinematográfica 2000/2009


Como diz o dito popular “recordar é viver”, e como faz algum tempo desde o inicio do ano, e da nova década, vamos rememorar o que de melhor foi produzido nesses dez anos pelo o cinema. Na primeira década do novo milênio no que diz respeito à arte como um todo foi marcado por muitas transformações. Da Literatura a música, as alterações foram inevitáveis na adaptação dos novos tempos, na implantação da tecnologia para um novo modo de apreciar as artes em geral.
Quais foram às influências que surtiu os efeitos de mudanças dos cineastas, roteiristas e produtores a recriar os gêneros já esgotados pelo excesso, e modernizar o enredo e até inovar na narrativa?
Essas e tantas outras dúvidas é preciso mergulhar naquilo que foi propenso para o que se vê hoje, com tantas e novas tecnologia, a década passada foi bastante estigmatizada. Dez anos de muitas imagens, dez anos de história, dez anos é tempo suficiente para ocorrer mudanças na sétima arte. Nesses dez anos o cinema se transformou em todos os quesitos da tecnologia as inovações narrativas. Ao longo desses anos foram lançados grandes filmes emblemáticos entrando para o seleto grupo das grandes produções.
Utilizando do bom senso, as tendências que o cinema tem como segmento são as mesmas, independentemente de suas qualidades até porque ele sempre renova em qualquer termo estético, narrativo, técnico e até do próprio profissional que renasce ou os que surgem sempre com aquela imagem promissora. A evolução sempre acontece com revolução surpreendente, à década passada teve como estopim principal a tecnologia, responsável por quase todo o que se vê em um filme.
Bem, a tecnologia teve seu papel de importância, mas não foi sua capacidade que fez história unicamente, os anos 2000 foram marcados também pela suas narrativas variadas e pelo um gênero que se consolidou de fez no cinema, os super-heróis advindos das inúmeras adaptações que foi um marco, desde “X-Man” passando pelo “Homem Aranha” e até o mais recente “Homem de Ferro” as adaptações dos mais variados meios e tipos foi uma febre.
Outro gênero que fez sucesso foi às animações que cada fez mais conquistou o público. Os destaques nesse longo período são muitos, sequência “As Panteras Detonando” (2003), trilogias “X-Man” (2000), continuação “Indiana Jones” e remakes “Sexta-Feira 13” são as novas metodologias trabalhadas. Nos anos 2000 o cinema nacional foi bastante frutífero apesar de muitos fracassos ganhou gás com “Cidade de Deus” (2002) de Fernando Meirelles, um marco na história do cinema nacional com indicação ao Oscar em quatro categorias, entre elas a de Melhor Diretor. Também houve outros sucessos como “Tropa de Elite”, “Se Eu Fosse Você”, “Mulher Invisível” “O Auto da Compadecida”, “Central do Brasil” dentre outras produções.
A exportação de artistas estrangeiros para o cinema americano nunca foi igual, diretores como, Pedro Almodóvar “Fale com Ela”, Wong Kar Wai “Amor à Flor da Pele” e Guillermo Del Toro “O Labirinto do Fauno” foram marcas registradas. O cinema Independente também fez história ao longo desses dez anos.
Resumindo tudo em poucas palavras o cinema foi muito mais do que isso junto, nova maneira de se fazer e consumir a arte foi elaborado, patamares foi alcançado, inovações completa no sistema, novos talentos revelados e até mesmo os veteranos mostrando algo ainda desconhecido, a sétima arte nesse tempo influenciou gerações, e agora estamos em outras eras e ainda tem muita coisa por vim nos próximos anos.
Anny Kássio Crítico de Cinema.

domingo, 21 de novembro de 2010

O Procurado


São poucas as adaptações das HQs que são um êxito no cinema, filmes como “X Man”, “Hellboy”, “Homem Aranha”, “Sin City – A Cidade do Pecado”, “Superman” e outras poucas que atingiram um sucesso considerável são dignas de seu êxito. Outra produção que entrará para esse seleto grupo restrito é “O Procurado”, um dos maiores sucesso de 2008.

SINOPSE
Para o Wesley Allan Gibson (James McAvoy) a vida está um horror! Ele trabalha num escritório com um chefe arrogante e tem uma namorada infiel. Mais as coisas dão uma reviravolta quando ele é recrutado por uma sociedade de assassinos e convencido a aceitar o desafio de ser preparado para se tornar um deles, sendo treinado pela linda Fox (Anjelina Jolie). Esta transformação revela habilidades que ele nunca imaginou possuir. E logo em sua primeira missão ele descobrirá que é mais difícil controlar a sua própria vida do que acabar com a vida dos outros. O chefe responsável pela fraternidade é Sloan (Morgan Freeman) que tem como segmento; “Matar um, salvar mil”.

ELENCO
Na pele do azarado Wesley Allan Gibson está James McAvoy “O Último Rei da Escócia” (2006), convincentemente mostrou uma madura atuação a esse tipo de padrão de filmes, como uma pessoa desprovida de sorte, frustrado para com uma vida moderna repleto de concorrência, perdas e nem uma conquista no seu caso. Como uma bela e linda assassina Fox igualmente a sua personagem Anjelina Jolie “A Troca” (2008), mostrou-se uma hábil na arte do manuseio de armas e na execução da ação, Sloan é o chefe da fraternidade de assassinos personificado pelo ótimo Morgan Freeman “Batman – O Cavaleiro das Trevas” (2008), responsável por toda a formação do grupo e também dos assassinatos.

PRODUÇÃO TÉCNICA
Fiel a HQ, o roteiro não peca, a trilha sonora é conhecida pelo público especializado, os diálogos um pouco abaixo da media não chega a atrapalhar o filme, como sempre os efeitos especiais não erram e a mixagem do som é ótima, é tanto que, o filme chegou a concorrer nessa categoria no Oscar. Com uma referência ao filme “Matrix”, em certas partes das cenas como na sequência final até parece Keanu Reeves descarregando suas armas, as cenas de ação foram muito bem encenada.

DIRETOR
Dirigido pelo russo Timur Bekmambetov de “Gudiões do Dia” e “Gudiões da Noite”, aqui ele mostrou-se mais talentoso e até mais próprio ao ramo, mais objetivo para com o enredo e menos controverso como nas suas obras anteriores, fazer referências faz parte de seu feitio, a condução a seu modo foi digno do sucesso do filme.
Com um roteiro fiel no ponto certo principalmente, um diretor na sua medida certa, um elenco bom, às vezes parecido até personagem de desenho animado e também em algumas cenas surreais, O Procurado é um bom programa, chega a ser até um espetáculo pela suas cenas eletrizantes, de fato não tem como tomar fôlego.
Nota do Filme: 8.0.
Anny Kássio Critico de Cinema.
Próxima Critica: Cão de Briga.

sábado, 20 de novembro de 2010

Kung Fu Panda


Quando Walter Disney difundiu suas obras e ideias do cinema de animação, automaticamente estava criando um gênero célebre e referenciado, concebendo uma nova forma de se fazer cinema, e que futuramente suas obras mais clássicas como as de outrora “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937) e até o mais recente “O Rei Leão” (1995) iriam gerar concorrência como um estúdio exclusivo a “Pixar” propriamente para desenvolver animação, hoje propriedade do conglomerado Disney, e a DreamWorks de Steven Spielberg. Os estúdios cada vez mais capricham para melhorar em todos os quesitos de qualidade a inovação tecnológica. Ao longo dos anos grandes e inesquecíveis obras foram realizadas como “Toy Story” (1995), “FormiguinhaZ” (1998), “Monstros S.A.” (2001), “Shrek” (2001), “Os Incríveis” (2004), “O Espanta Tubarões” (2004), “Carros” (2006), “Procurando Nemo” (2007), “Ratatouille” (2008), “Wall-e” (2008) e “Up: Altas Aventuras” (2009). Sem se levar em conta “Madagascar” e “A Era do Gelo”, todas as obras prima do gênero, mais em 2008, estreou um grande sucesso Kung Fu Panda, a mais nova obra prima do momento.

SINOPSE
Po (Jack Black) é um panda que tem um tão almejado sonho de se tornar um lutador de Kung Fu, mas o sensacionalismo pela venda das sopas de maçarão de seu pai o atrapalha realiza seu sonho, até que no Palácio de Jade está prestes a escolher o novo Dragão Guerreiro e ele se ver na chance de olhar o evento, até que suas trapalhadas não fazem chega o topo do Vale da Paz a tempo para sua decepção, mas, por obra do destino ele acaba indo parar dentro por acidente e sendo escolhido pelo Guru do palácio a ser o Dragão Guerreiro, pra surpresa de todos. De início é ignorado por todos, até que uma surpresa atinge o Vale da Paz, Tai Lung, um tigre sem escrúpulos deseja o pergaminho no qual se torna o Dragão Guerreiro tem por direito, diante da situação o Mestre Shifu (Dustin Hoffman) se vê na obrigação de treina o Po, só ele é capaz de deter Tai Lung e nem outro que faz parte dos Cinco Furiosos tem essa força a Tigresa (Anjelina Jolie), Víbora (Lucy Liu), Macaco (Jackie Chan), Louva-Deus (Seth Rogen) e a Garça (David Cross).

ELENCO
Jack Black “Escola do Rock” (2003) faz o desajeitado Po, Dustin Hoffman “A Loja Mágica de Brinquedos” (2007) está na pele do Mestre Shifu, a bela Anjelina Jolie “O Procurado” (2008) faz a argilosa Tigresa, Seth Rogen “Pegando Bem, Que Mal tem? (2008) deu foz ao exótico Louva-Deus, Lucy Liu “Operação Limpeza” (2007) é a Víbora, Jackie Chan “Karatê Kid” (2010) faz o habilidoso Macaco, a Garça é dublado por David Cross, no elenco tem a presença de Michael Clarke Duncan “O Escorpião Rei” (2002).

PRODUÇÃO TÉCNICA
Com um roteiro bem escrito repleto de humor Kung Fu Panda é excelente, os diálogos sempre recheado de graça e também na construção das cenas, o design visual foram trabalhado por equipes de profissionais chineses para ficar o mais realista possível a china milenar, os personagens muito interativos e interessantes são um espetáculo a parte e a trilha sonora é bastante conhecida.

DIRETOR
Dirigido por John Stevenson e Mark Osborne, Kung Fu Panda tem uma projeção de 1.37min. repleta de muita graça e humo, os diretores foram cautelosos com os detalhes dos personagens, dando uma ênfase profunda em Po, e deixando os demais personagens para o segundo plano, ajudar no enredo.
Como bom filme dessa natureza, sempre passa aquela mensagem de perseverança e alto estima, Kung Fu Panda mostra que seja lá como você é, seu estado físico, emocional e psicológico você pode conseguir tudo, o segredo é que não tem segredo, tudo está dentro de ti. Espirituoso, divertido, cômico e interessante Kung Fu Panda é uma obra inesquecível
Nota do Filme: 10.
Anny Kássio Critico de Cinema.
Próxima Critica: O Procurado.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Batman - O Cavaleiro das Trevas


Criado em 1939 pelos cartunistas Bob Kane e Bill Finger, para as HQs “Revistas em Quadrinho”, Batman vem de uma trajetória longa passando por desenhos e se solidificando de vez no cinema. A primeira produção cinematográfica foi de 1989, “Batman” de Tim Burton, “Batman – O Retorno” (1992) de Tim Burton, “Batman Eternamente” (1995) de Joel Schumacher, “Batman e Robin” (1997) de Joel Schumacher, “Batman Begins” (2005) de Christopher Nolan e “Batman – O Cavaleiro das Trevas” (2008) também de Christopher Nolan, todos no pacote da produtora “Warner Bros”. Antes dessas produções Batman já havia passado por transposições para longa-metragem na década de 60, filmes secundários, séries animada, longa de animação mais nada havia se feito para fazer jus a sua criação como em “Batman – O Cavaleiro das Trevas”.

SINOPSE

A história se passa um ano após os eventos de “Batman Begins” é a continuação do dito, enquanto Bruce Wayne, o Tenente James Gordon e o novo promotor público Harvey Dent começam a deter com sucesso os criminosos que ataca a cidade de Gotham City, uma mente criminosa brilhante, misteriosa e bastante astuto conhecido como o Coringa aparece na cidade, ocasionando uma imensa onda de problemas. A luta passa a torna-se pessoal entre Batman e Coringa, envolvendo o triângulo amoroso Bruce Wayne, Dente e Rachel Dawes.


ELENCO

Christian Bale repete o papel mais uma vez como o Bruce Wayne/Batman, e mostra-se está à vontade, Michael Caine é seu mordomo/assistente Alfred Pennyworth, Morgan Freeman de “Batman Begins” (2005), faz Lucio Fox o responsável por fornecer as tecnologias precisa ao Batman, mais as atenções foram para Heath Lerger “O Segredo de Brokeback Mountain” (2005), que personificou o Coringa, Heath Lerger está perfeito, nunca numa atuação do coringa havia tanto convencimento, impecável, magnífico, os elogios a sua atuação é mais do que merecido. O ator faleceu em fevereiro de 2008, decorrente de uma doença e não chegou a ver a estreia do filme, mais sua atuação o imortalizou de vez, mostrou o quanto era grande seu talento, mas que se encerou aos 28 anos. O Oscar de Melhor Ator Coadjuvante era mais do que merecido, um prêmio póstumo, mais que sempre irá permanecer em nossas lembranças aquele que mostrou o Coringa e outros personagens marcantes de sua filmografia.


PRODUÇÃO TÉCNICA

O roteiro está ótimo, os diálogos em todos os momentos no ponto certo, como sempre os efeitos especiais são outro quesito que não decepciona, a direção fotográfica acrescentou uma imagem mais escura, assim faz jus a Gotham City obscura e temerosa dos quadrinhos, as cenas de ação também foram bem realizadas.


DIRETOR

Christopher Nolan o mesmo de “O Grande Truque” (2006), como havia mostrado-se promissor no filme anterior, aqui ele de vez confirma o seu talento para com o projeto, sua mão na condução de todos os detalhes está na medida certa, tanto na atuação dos pesonagens quanto nos detalhes técnicos.

Batman – O Cavaleiro das Trevas aprensenta seus personagens mais próximo até da realidade, como o caso do coringa, apesar de um lúnatico, doente deprecivo ou até psicotico, ele deixa bem claro que independente de tão quão uma pessoa pode ser em termos de posição social, não deixa de ser uma pessoa igual as outras, e a avareza e hipocrisia dos humanos diante desse caso. “Batman – O Cavaleiro das Trevas” mostra que o êxito se atingi quando os personagens certos estão nos lugares certos, quando o diretor certo está no lugar certo.

Nota do Filme: 10.
Anny Kássio Crítico de Cinema.
Próxima Crítica: Kung Fu Panda.


quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Cinema


Luz, câmera, ação! A produção de um filme é caro, cinema custa caro e não tem formula, método ou meio de se inovar para a facilitação e realização sem medo ou temor, fracassar ou acertar são elementos que andam de mãos dadas, é o perigo que a profissão oferece nunca se sabe quando um filme será bem ou não aceito, então a elaboração é o ponto chave de um processo que requer muita organização e sutileza.
No início do projeto, os membros que compõem a equipe é outro fator primordial como produtor, diretor, roteiristas e uma infinita equipe técnica, câmeras, figurino, maquiagem, iluminação dentre outros. O papel de cada um é fundamental, cinema possui um amplo campo de complexidade.
As sucessivas reuniões é outro elemento de extrema importância, é lá que se discuti as etapas de filmagem, o diretor, e a escalação de um bom elenco o que contribua de maneira positiva e decisiva para o filme, passando pelo esquema de distribuição, propaganda e finalização.
O trabalho no cinema de grandes produções como as de Hollywood não são árduo e exaustivo tanto quanto de uma produtora independente, sem os grandes orçamentos, o que é um grande problema, a falta de recursos contribui muitas vezes elevando mais reuniões para a capitação de financiamento, mudanças e outros meio para concluir, função de um produtor.
Infelizmente o cinema só sobrevive se tiver dinheiro, nem sempre se é necessário milhões e milhões na aplicação de um filme. O Brasil possui um campo muito limitado para os cineastas, aqui os financiadores de projetos são diversos e os recursos também muito restritos chegam a ser um empecilho, no entanto, cada vez mais há incentivo de empresas privadas e governamentais no financiamento de filmes em nosso país.
O trabalho não é só luxo e glamour como muito se pode parecer, não se tem uma rotina a seguir e o exerço é inevitável. O amor incondicional pela sétima arte, uma câmera na mão, um bom diretor, um ótimo elenco, produzir filmes é mais do que uma ideia na cabeça. São necessários planejamento, organização, habilidades artísticas, boa comunicação, união e administração.
Anny Kássio Crítico de Cinema.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Bastardos Inglórios


Com a sua mais nova obra prima desde “Pulp Fiction Tempo de Violência” (1994), Quentin Tarantino inovar mais uma vez a maneira de fazer filmes dessa natureza, de forma que se abra mão definitivamente dos clichês do gênero, e dê mais ênfase a outras situações, aos fatos ocorridos, com os próprios personagens e suas situações diversas, de maneira mais abrangente, detalhada e afundo.

SINOPSE
O filme se passa durante a Segunda Guerra Mundial, o ano é 1941, na França ocupada pelo exército alemão, a jovem Shosanna Dreyfus testemunha a execução da família pelo coronel nazista Hans Landa (Christoph Waltz), porém, ela consegue escapar e passar a viver sob a identidade de uma proprietária de cinema em Paris, enquanto aguarda o momento certo para se vingar. Ainda na Europa o tenente norte-americano Aldo Raine (Brad Pitt), organiza um grupo de soldados judeus para lutar contra os nazistas. Conhecidos pelo inimigo como “Os Bastardos”, o grupo de Aldo recebe uma nova integrante, a atriz alemã e espiã disfarçada Bridget Von Hammersmark, que tem a perigosa missão de chegar até os lideres do Terceiro Reich.

ELENCO
No elenco as atenções felizmente só são desviadas para Brad Pitt “O Curioso Caso de Benjamim Button” (2008), que interpreta o coronel Aldo Raine, que de fato, fez cara e boca quase apelativa na composição do personagem e claro, que o melhor do elenco é Christoph Waltz, que segundos os fatos Christoph andavam meio decepcionado com a carreira e pensava em largar e mudar de ramo quando foi agraciado pelo Tarantino com o roteiro, sem pensar duas vezes aceitou. Resultado? Uma bela atuação memorável e o merecido Oscar de Melhor Ator Coadjuvante de 2010. Christoph está impecável em sua atuação. Ainda se encontra incluso no elenco o ótimo ator Samuel L. Jackson, mas apenas a sua voz num momento em que aparece um narrador.

PRODUÇÃO TÉCNICA
O filme possui a marca de Quentin Tarantino, roteirista do filme se nota os diálogos longos e memoráveis, a fotografia perfeita e enquanto à reconstituição de época é algo secundário. A violência explicita muito bem montada os efeitos especiais nesses momentos é bastante realista, a história sempre narrada em capítulos é outra marca de Tarantino.

DIRETOR
Quentin Tarantino já tinha esse roteiro desde 1997, no qual vinha trabalhando, mais na mesma época lançou “Jackie Brow” (1997), e depois saiu de cena, e esteve ausente cinco anos mais nesse tempo Tarantino vinha idealizando uma de suas obras mais pop “Kill Bill Volume 1 e 2” (2003/2004), só agora então resolveu filmá-la e chegou a concorrer no Oscar nas categorias “Melhor Filme”, “Roteiro” e “Diretor”, mas saiu de mãos abanando. O filme foi inspirado no longa italiano “Assalto ao trem Blindado” (1978), Enzo G. Gastellari, diretor do original, chegou a atuar no longa de Tarantino, no papel de um oficial nazista.
O filme mostra o instinto humano diante das cruezas e a reação e revolta dos rebeldes. Bastardos Inglórios é um filme diferente se compará-los a outros filmes do gênero, no entanto, essa obra mostra o porquê de Quentin Tarantino fazer jus ao seu posto e que aqui mais uma vez se confirma em ser o cineasta mais badalado do cinema.
Nota do Filme: 8.0
Anny Kássio Crítico de Cinema.
Próxima Crítica: Batman O Cavaleiro das Trevas.


terça-feira, 16 de novembro de 2010

A Múmia – Tumba do Imperador Dragão


O governador chinês não tem do que reclamar quanto à divulgação de seu país, a velha china de Mao Tsé-Tung esteve mesmo em evidência em 2008, sede das incansáveis coberturas Olímpicas de Pequim, mas esse não foi o único motivo do qual atraiu olhares do mundo, o cinema como um todo fez sua célebre homenagem ao país. Com sua sexta produção “Batman” O Cavaleiro das Trevas, viajou até Hong Kong na missão de prender um mafioso chinês, a maior animação do ano “Kung Fu Panda” fez referência aos velhos filmes de artes marciais, Hollywood aproveitou ainda mais o embalo e lançou “O Reino Proibido” primeiro encontro entre os dois maiores astros chinês, Jet Li e Jackie Chan e para finalizar com maestria, a terceira parte da múmia se passa justamente na china no tempo da dinastia Han em “A Múmia – Tumba do Imperador Dragão”.


SINOPSE
O Imperador chinês Han (Jet Li), tem objetivo de expandir suas tropas pela china formada por seus 10 mil guerreiros terracota, diante de seu maior inimigo, a própria morte, resolve busca ajuda a feiticeira Zi Yuan (Michelle Yorh), no intuito de se tornar imortal, e acaba sendo amaldiçoados e condenados a passar a eternidade como estátuas durante milhares de ano e enterrado em argilas como múmias. No entanto, quando o aventureiro Alex Oconnell desenterra o imperador, crente que está prestes a escrever seu nome nos livros de história. Mas, quando ele percebe o problema em que arrumou, decidi chamar seus pais Rick Oconnell (Brendan Fraser) e Evy (Maria Bello), para ajudá-lo. O fato é que com o passar dos anos, o poder sobrenatural do imperador ganhou força e ele acorda com um desejo imenso de dominar o mundo. Não bastasse a magia ele tem a seu dispor os 10 mil guerreiros de terracota.

ELENCO
Brendan Fraser está bem à vontade na pele do Rick Oconnell, apesar de ter trocado a parceira a atriz Rachel Weisz pela Maria Bello “Encurralada”, que havia decidido não repetir o papel e cuidar da família, até que para os leigos que não acompanharam a trilogia não vai notar diferença alguma. O vilão é outro, Imperador Han vivido por Jet Li “O Mestre das Armas” (2006), a feiticeira Zi Yuan foi encenada pela sempre excelente Michelle Yeoh “Memórias de uma Gueixa” (2005), no elenco ainda há presenças bem conhecidas como o de Russel Wong “Romeu tem que morrer” (2000), o diretor dos dois últimos episódios Stephen Sommers optou pela produção executiva.

PRODUÇÃO TÉCNICA
A fotografia do filme está boa, a equipe de efeitos especiais trabalhou dura para realização das peripécias, no entanto, não decepcionam e o figurino é outro ponto positivo do filme, as cenas de ação não chegam arrancar o fôlego do expectador mais até que diverti o roteiro além do mais também prende o expectador, esse episódio é considerado o mais fraco dos três.

DIRETOR
A direção ficou a cargo de Rob Cohen, o que se explica que só foi concebida por conta de seus blockbusters “Triplo X” (2001) e “Ameaça Invisível” (2005), ele se saiu bem na cinebiografia “Dragão - A História de Bruce Lee” (1993) e chegou a dirigir um dos filmes da franquia “Velozes e Furiosos”, mas aqui em A Múmia Tumba do Imperador Dragão ele erra o passo ao tentar acrescentar fantasias inexpressivas de uma china antiga, ele pode ter talento, e um conhecimento inquestionável a antropologia asiática, mas o que lhe faltou foi malicias ao conduzir um enredo que mostrou de forma absurda o Imperador Han e os guerreiros terracota.
A condução do elenco foi bem trabalhada para alguns, mas... Nem um pouco para outros, o filme tem ação no ponto certo, um bom humor por parte do Brendan Fraser, já a atuação do Jet Li que esteve boa parte do filme em forma de pedra, e seu diálogo quase ausente é uma grande falhar no filme, A Múmia Tumba do Imperador Dragão mostra que a série está desgastada ao menos que passe por uma boa reformulação, no geral chega a ser um bom programa para os interessados.
Nota do Filme: 7.0
Anny Kássio Crítico de Cinema.
Próxima Crítica: Bastados Inglórios.