quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Especial: Dennis Hopper



No último dia 29 de junho completou um mês do falecimento de um dos maiores atores e cineastas do cinema mundial, Dennis Hopper aos 74 anos decorrentes do câncer da próstata, em 2010 a doença apresentou um estágio terminal e irreversível, assim à luta que já vinha de algum tempo vence o americano que deixou uma carreira repleta de grandes sucessos e uma contribuição de respeito ao cinema.
Dennis Lee Hopper nasceu em Dodge City em 17 de maio de 1936, ficou famoso mundialmente com o filme “Sem Destino” (1969) ao lado de Peter Fonda, como ator sua primeira aparição foi no filme “Johnny Guitar” de (1954), foi casado cerca de quatro vezes e teve três filhos o mais recente nascido em 2003.
Dennis trabalhou em clássicos do cinema e chegou a ser dirigido por diretores de renome do cinema como o brasileiro Bruno Barreto, Francis Ford Coppola em “Apocalipse Now” (1979), David Lynch em “Veludo Azul” (1986), contracenou com James Dean em “Juventude Transviada” e “Assim Caminha a Humanidade”.
Ao longo de seis décadas Dennis Hopper trabalhou em filmes e documentários até o atual ano 2010, mesmo com o estado de saúde agravado e com uma imagem fragilizada pela doença, Dennis trabalhou em filmes que o imortalizou para sempre, seu nome merecidamente ganhou uma estrela na calçada da fama em Hollywood fazendo assim um reconhecimento definitivamente a seu talento, a sua competência de ator e cineasta, o seu brilho permanecera em seus trabalhos de qualidade inquestionável.
Dennis Lee Hopper ao longo de pouco mais de cinquenta anos de carreira, trabalhou arduamente, atuou em impressionante 157 filmes e documentários, sem incluir seus trabalhos na Televisão, um profissional de calibre e força redundante, Dennis Hopper foi um artista de mão cheia, sua morte previsível não foi um abalo, tristeza de sua partida é lamentável mais seu brilho, sua imagem durona e arrogante ficou em seus filmes para sempre.
Anny Kássio Crítico de Cinema.

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