
De tempos em tempos surgem filmes que são capazes de revolucionar todas as formas de se vê, fazer e comercializar cinema. Retrocedendo ao passado não muito distante do cinema notamos as produções que marcaram época e influenciaram artistas a seguir as tendências semelhantes, entre elas estão “Cidadão Kane” (1941) de Orson Welles, “2001 – Uma Odisséia no Espaço” (1968) de Stanley Kubrick, 1977 foi à vez de George Lucas com “Guerras nas Estrelas”, “E.T. – O Extraterrestre” (1982) e outras produções de Steven Spielberg também fazem parte, “Titanic” (1997) e até o mais recente deles “Avatar” (2009) ambos de James Cameron, e porque não “Batman – O Cavaleiro das Trevas” (2008) de Christopher Nolan, outra produção que imortalizou foi de 1999 dos irmãos Larry e Andy Wachowski, “Matrix”.
SINOPSE
Thomas Anderson (Keanu Reeves) trabalha numa empresa de software e no universo hacker possui o apelido de Neo, do nada ele vê sua vida passar por transposições do mundo real a universos paralelos dominado por máquinas, o Agente Smith (Hugo Weaving) quer o capturar no objetivo de prender Morpheus (Laurence Fishburne) o guia de Neo para compreensão da Matrix, junto a Trinity (Carrie-Anne Moss) e a outros integrantes que habita esse universo futurístico devastado pelas máquinas em que o ser humano foi dizimado. Neo é uma espécie de messias salvador do universo pela dominação das máquinas e o único capaz de derrotar o Agente Smith.
ELENCO
Na pele de Neo, Keanu Reeves de “O Dia em que a Terra Parou” (2009), foi o ator certo para o personagem confuso dos acontecimentos futuro que de uma hora para outra compromete sua vida, Keanu só foi meio termo nas sequência de lutas, às vezes parecia que havia engolido uma alavanca, mais o resultado de seus esforços dentro do cronograma de treinamento mostrou que o rapaz merece aplausos, Laurence Fishburne “Sobre Meninos e Lobos” (2003), faz o cauteloso Morpheus, sempre apar dos fatos que vão se sucedendo no universo Matrix, Carrie-Anne Moss de “Planeta Vermelho” interpreta Trinity que posteriormente, torna-se namorada de Neo, mas quem rouba a cena é Hugo Weaving o Agente Smith de “V de Vingança” (2005), que magnificamente e admiravelmente é um ator de talento redundante, seu personagem mediante a sua atuação é impressionante.
PRODUÇÃO TÉCNICA
Na direção, produção executiva e roteiro são os irmãos Larry e Andy Wachowski. A produção é assinada por Joel Silver de “Romeu Tem Que Morrer” (2000), que se notam os seus cuidados nas etapas de formação do filme. A fotografia é um espetáculo, uma nuance de cores verdes com um cuidado no acréscimo de um tom preto que complementa a formação da imagem. Na trilha sonora temos Link Pack e outras músicas condizentes à ambiência do filme, desse chamado universo pop. Mais as sequência de lutas marciais têm a mão do mestre chinês Yuen Woo Ping de “O Reino Proibido” (2008), magnificamente bem coreografado.
DIRETOR
O fenômeno, o sucesso é atribuído unicamente os seus criadores desse universo formado por um misto de N elementos que compõem a cultura pop, Larry Wachowski e Andy Wachowski são os mestres dessa fabula encantadora, não teve como não se impressionar após assistir ao filme. Depois de provarem ser bons com o filme “Ligado pelo Desejo” (1995), obtiveram a oportunidade de dirigir o próprio filme, Matrix é um filme repleto de referências e citações, nele pode se notar compilação dos filmes de Ficção Cientifica, animes japonês, HQs, livro de filosofias, religião, informática, literatura cyberpunk e filmes de artes marciais.
Matrix é um filme que faz refletir sobre tal e qual mundo vivemos, seus elementos, o que é e não é real, o sonho e a realidade, as máquinas e sua interligencia artificial, nossas dependências de todas essas parafernalias tecnologica, e como lidamos com essas coisas no cotidiano. Matrix teve outas duas sequência controversa, mais de impactor estarecedor, Matrix é um filme que marcou época e é como poucas obras que se imortalizou e que fez história dentro e fora da arte cinematográfica.
Nota do Filme: 10.
Anny Kássio Crítico de Cinema.
Próxima Crítica: Michael Jackson´s This Is It.
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Próxima Crítica: Michael Jackson´s This Is It.
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