
Outubro é mês de Halloween, dia das bruxas e como sendo mais entre muitas datas no calendário sempre se comemora com festas, geralmente as pessoas se alto caracterizam com roupas, maquiagem, músicas e comidas festejando o dia. Com esse movimento nos vêm à lembrança os filmes de terror com uma aura dos típicos filmes noir da década de 60/70 em que só um elemento primordial prevalece que é o “suspense”, a palavra propriamente dita também nos lembra de um eterno cineasta marcado por esse gênero, seu nome? Alfred Hitchcock alto taxado o “mestre do suspense”.
Alfred Joseph Hitchcock nasceu em 13 de Agosto de 1899 na cidade de Londres, Inglaterra. Foi diretor, produtor, roteirista e ator. Filho de verdureiro Alfred teve uma educação rigorosa, sua carreira no cinema começou cedo em 1920 aos 20 anos de idade trabalhando nas mais diversas funções de um filme, sua primeira produção não foi muito bem sucedida dois anos depois “Number Thirteen”, mas sua primeira grande chance veio somente em 1925 no filme “The Pleasure Garden” e desde então foi emplacando um filme atrás do outros sempre obtendo notoriedade do seu talento, tal talento quebrou barreiras que foram parar nos Estados Unidos em 1939, seu primeiro no filme na America foi “Rebecca”, o que logo de cara lhe rendeu um Oscar.
O suspense sempre foi uma marca de Hitchcock em seus filmes desde o início, mas na década de 40 ele começou a diversificar seus trabalhos nos mais diversos gêneros algumas vezes fracassando comercialmente, pois na qualidade de seus trabalhos permanecia intactas, Hitchcock gostava de fazer aparições rápidas em seus filmes logo no começo da trama e no que diz respeito a toda etapa da produção de um filme ele aprendeu tudo edição, cenografia, cinematografia e roteiro. Tamanha versatilidade não ficou só no cinema, o talento de Hitchcock migrou para a Televisão onde produziu e dirigiu seriados.
Alfred Hitchcock foi um pioneiro do cinema, em sua extensa filmografia os filmes que se sucede ao longo dos anos ele têm nos créditos as mais variadas funções como desenhista, diretor de arte, diretor assistente, montagem e roteirista logo nos primeiros anos na Inglaterra, como diretor trabalhou em inúmeros projetos sem informação de paradeiro, entre eles se destacam “O Homem Que Sabia Demais” (1934), “Janela Indiscreta” (1954), “Um Corpo Que Cai” (1958), “Intriga Internacional” (1959), “Psicose” (1960) e “Os Pássaros” (1963).
Com uma carreira de sucesso Alfred Hitchcock sem dúvida lançou tendências hoje bastante copiada por cineasta entre eles M. Night Shyamalan de “O Sexto Sentido” (1999), “Corpo Fechado” (2000), “Sinais” (2002), “A Vila” (2004) e “A Dama na Água” (2006) e Brian De Palma “Dublê de Corpo” (1984) e “Olhos de Serpente” (1998) que evidentemente não possuem a mesma capacidade e talento que Hitchcock tinha na arte de envolver as pessoas em suas tramas, fazer seus trabalhos com qualidades diferenciadas de outros precursores do gênero no cinema.
Alfred Joseph Hitchcock morreu em 1980 de insuficiência renal no dia 20 de Abril em Los Angeles nos Estados Unidos. Um eterno artista lembrado e amado por todos os cinéfilos inclusive por seus fãs, Alfred Hitchcock é e sempre foi o mestre do suspense, aquele responsável por criar obras genuínas, autentica de um artista inigualável, e diante de um mito com as qualidades dele o seu lugar é insubstituível.
Anny Kássio Crítico de Cinema.














