
O governador chinês não tem do que reclamar quanto à divulgação de seu país, a velha china de Mao Tsé-Tung esteve mesmo em evidência em 2008, sede das incansáveis coberturas Olímpicas de Pequim, mas esse não foi o único motivo do qual atraiu olhares do mundo, o cinema como um todo fez sua célebre homenagem ao país. Com sua sexta produção “Batman” O Cavaleiro das Trevas, viajou até Hong Kong na missão de prender um mafioso chinês, a maior animação do ano “Kung Fu Panda” fez referência aos velhos filmes de artes marciais, Hollywood aproveitou ainda mais o embalo e lançou “O Reino Proibido” primeiro encontro entre os dois maiores astros chinês, Jet Li e Jackie Chan e para finalizar com maestria, a terceira parte da múmia se passa justamente na china no tempo da dinastia Han em “A Múmia – Tumba do Imperador Dragão”.
SINOPSE
O Imperador chinês Han (Jet Li), tem objetivo de expandir suas tropas pela china formada por seus 10 mil guerreiros terracota, diante de seu maior inimigo, a própria morte, resolve busca ajuda a feiticeira Zi Yuan (Michelle Yorh), no intuito de se tornar imortal, e acaba sendo amaldiçoados e condenados a passar a eternidade como estátuas durante milhares de ano e enterrado em argilas como múmias. No entanto, quando o aventureiro Alex Oconnell desenterra o imperador, crente que está prestes a escrever seu nome nos livros de história. Mas, quando ele percebe o problema em que arrumou, decidi chamar seus pais Rick Oconnell (Brendan Fraser) e Evy (Maria Bello), para ajudá-lo. O fato é que com o passar dos anos, o poder sobrenatural do imperador ganhou força e ele acorda com um desejo imenso de dominar o mundo. Não bastasse a magia ele tem a seu dispor os 10 mil guerreiros de terracota.
ELENCO
Brendan Fraser está bem à vontade na pele do Rick Oconnell, apesar de ter trocado a parceira a atriz Rachel Weisz pela Maria Bello “Encurralada”, que havia decidido não repetir o papel e cuidar da família, até que para os leigos que não acompanharam a trilogia não vai notar diferença alguma. O vilão é outro, Imperador Han vivido por Jet Li “O Mestre das Armas” (2006), a feiticeira Zi Yuan foi encenada pela sempre excelente Michelle Yeoh “Memórias de uma Gueixa” (2005), no elenco ainda há presenças bem conhecidas como o de Russel Wong “Romeu tem que morrer” (2000), o diretor dos dois últimos episódios Stephen Sommers optou pela produção executiva.
PRODUÇÃO TÉCNICA
A fotografia do filme está boa, a equipe de efeitos especiais trabalhou dura para realização das peripécias, no entanto, não decepcionam e o figurino é outro ponto positivo do filme, as cenas de ação não chegam arrancar o fôlego do expectador mais até que diverti o roteiro além do mais também prende o expectador, esse episódio é considerado o mais fraco dos três.
DIRETOR
A direção ficou a cargo de Rob Cohen, o que se explica que só foi concebida por conta de seus blockbusters “Triplo X” (2001) e “Ameaça Invisível” (2005), ele se saiu bem na cinebiografia “Dragão - A História de Bruce Lee” (1993) e chegou a dirigir um dos filmes da franquia “Velozes e Furiosos”, mas aqui em A Múmia Tumba do Imperador Dragão ele erra o passo ao tentar acrescentar fantasias inexpressivas de uma china antiga, ele pode ter talento, e um conhecimento inquestionável a antropologia asiática, mas o que lhe faltou foi malicias ao conduzir um enredo que mostrou de forma absurda o Imperador Han e os guerreiros terracota.
A condução do elenco foi bem trabalhada para alguns, mas... Nem um pouco para outros, o filme tem ação no ponto certo, um bom humor por parte do Brendan Fraser, já a atuação do Jet Li que esteve boa parte do filme em forma de pedra, e seu diálogo quase ausente é uma grande falhar no filme, A Múmia Tumba do Imperador Dragão mostra que a série está desgastada ao menos que passe por uma boa reformulação, no geral chega a ser um bom programa para os interessados.
Nota do Filme: 7.0
Anny Kássio Crítico de Cinema.
Próxima Crítica: Bastados Inglórios.
Anny Kássio Crítico de Cinema.
Próxima Crítica: Bastados Inglórios.
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